quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Cientistas descobrem um dos maiores conjuntos de galáxias
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Estudo não encontra planetas em torno da Estrela de Barnard
A Estrela de Barnard é a quarta mais próxima do Sol, se contarmos as três estrelas do sistema da Alfa do Centauro isoladamente, a uma distância de apenas 6 anos-luz. Trata-se de uma velha anã vermelha, com apenas 14% da massa e 0.4% da luminosidade do Sol. Apesar da sua proximidade a estrela é visível apenas como uma estrela de magnitude 9 na direção da constelação do Ofíuco. O interesse na descoberta de planetas em torno desta vizinha do Sol é óbvio. Infelizmente, durante o século XX, foram feitas várias supostas deteções usando a técnica da astrometria que foram sucessivamente descartadas com o avanço da tecnologia e da precisão das medições. A existência ou não de planetas em torno desta estrela tem-se mantido por isso um problema em aberto. Agora, uma equipe liderada por Jieun Choi da Universidade da Califórnia, Berkeley, e que inclui, por exemplo, investigadores de referência como Geoff Marcy, Debra Fisher e John Johnson, acaba de publicar os resultados de 25 anos de observações da estrela pelo método da velocidade radial, com o espectrógrafo HIRES instalado no telescópio Keck I, em Mauna Kea, no Hawaii. O estudo não detectou nenhum planeta e é suficientemente preciso para impor restrições fortes quanto aos planetas que ainda poderão ser descobertos no sistema. As 248 observações, obtidas entre 1987 e 2012, têm uma precisão inicial de 20 m/s (baixa para os padrões atuais) mas o subconjunto de observações dos últimos 8 anos tem uma precisão excelente de 2 m/s. A análise destes últimos 8 anos de dados não encontrou nenhum sinal claro de planetas. A precisão das observações é suficiente para excluir a existência de planetas com massa superior a 2Mt (Mt = massa da Terra) e com períodos orbitais inferiores a 10 dias. Excluídos também estão planetas com massa superior a 10Mt e períodos orbitais até 2 anos. A menos que os planos das órbitas dos eventuais planetas sejam perpendiculares, ou quase, relativamente à nossa linha de visão, caso em que não seriam detectáveis pela técnica da velocidade radial, parece que é cada vez menos provável que a Estrela de Barnard tenha um sistema planetário com Terras ou Super-Terras com períodos orbitais curtos.
Índia anuncia projeto para enviar missão a Marte em 2013
O primeiro-ministro indiano Manmohan Singh afirmou, nesta quarta-feira, que o país planeja enviar uma missão especial para Marte já em 2013, com o objetivo de coletar informações científicas sobre o planeta. As declarações foram reproduzidas no jornal Daily Mirror. Singh aproveitou as cerimônias do 65º aniversário da independência do país para exaltar os avanços tecnológicos indianos. Apesar de não divulgarem o nome da missão, cientistas projetaram que o veículo espacial levaria aproximadamente 11 meses para se aproximar do solo marciano. Na última semana, a Nasa concluiu com sucesso o envio da sonda Curiosity a Marte, feito pioneiro no estudo do planeta. A Índia possui ativo programa espacial desde 1960.
Nova teoria tenta explicar formação da Lua
terça-feira, 14 de agosto de 2012
écnica usada no flime "Armagedon" não salvaria a Terra, diz estudo
A história do cinema é recheada de cenas que desafiam as leis da física. Em alguns casos, o gênero “ficção científica” fica muito mais perto da ficção do que da ciência. Um estudo publicado nesta semana pesquisa especificamente uma cena para calcular se a idéia dos roteiristas poderia salvar a Terra – e a resposta é “não”. No filme “Armagedon”, de 1998, um asteróide ameaça colidir com a Terra. O personagem de Bruce Willis pousa no asteróide, o perfura e coloca uma bomba nuclear dentro dele para explodir o corpo celeste em dois pedaços que passam raspando de cada lado da Terra. Na vida real, isso não funcionaria. Os estudantes da Universidade de Leicester, na Inglaterra, que conduziram o estudo concluíram que a bomba de Willis teria tanto impacto na rocha quanto uma bombinha de São João e seria usada tarde demais, quando o planeta já estaria condenado, acrescentaram. “O nível da nossa tecnologia atual não é nem de perto suficiente para proteger a Terra de um asteróide como aquele usando este tipo específico de defesa de meteoros”, destacaram os autores do artigo intitulado “Bruce Willis poderia salvar o mundo?”. Os pesquisadores explicaram que explodir um asteróide daquele tamanho, com cerca de mil quilômetros de diâmetro, exigiria usar uma bomba 1 bilhão de vezes mais forte do que a maior bomba já detonada na Terra, a soviética “Grande Ivan”, que explodiu em um campo de testes em 1961. De qualquer forma, o asteróide teria que ser detectado muito mais cedo do que no filme, escreveram os cientistas no periódico da universidade, intitulado “Journal of Special Physics Topics”. Os 18 dias de prazo do filme “não dariam tempo para Bruce viajar ao asteróide e perfurá-lo até o núcleo, nem mesmo para partilhar momentos significativos com Ben Affleck ou Liv Tyler pelo caminho”, destacou o estudo. No filme, Liv Tyler interpreta a filha de Willis e Affleck, seu namorado. Na verdade, o asteróide teria que ser detectado e explodido a 13 bilhões de quilômetros da Terra, ou seja, nos limites do Sistema Solar, para dar às duas metades tempo suficiente para alterar o curso e não caírem no planeta. “Um método alternativo possível seria mover o asteróide com dispositivos de propulsão presos a ele”, explicou Ben Hall, de 22 anos, co-autor do estudo. “O que é certo é que a maior parte dos métodos exigiriam uma detecção muito precoce de um asteróide deste tipo e um planejamento muito cuidadoso para se chegar à solução”, concluiu.
Cientistas ouvem estrela "gritar" à medida que é devorada por buraco negro supermassivo dormente
Buracos negros escondidos pelo Universo
Assinar:
Postagens (Atom)







